"Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos, e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores." (Khalil Gibran)

A INCLUSÃO DO SURDO


Fonte: http://msalx.revistaescola.abril.com.br/2013/02/25/1304/LfC4j/inclusao-interprete-libras-deficiencia-auditiva-palavra-especialista.jpeg

    O ideal de inclusão defendido pelas leis atuais prevê que todas as crianças frequentem a escola regular, e esta deve se fazer apta a recebê-las. Mas o que acontece quando a primeira língua dos alunos não for o Português? A questão se complica. 

    Os surdos têm como primeira língua aquela com a qual se sentem mais à vontade, e que os ajuda a expressar melhor ideias e sentimentos: a Língua Brasileira de Sinais (ou Libras). 

    E é por isso que, em sua maioria, a comunidade surda - representada, entre outros órgãos, pela Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis) - defende não a inclusão em classes comuns, mas a existência de escolas bilíngues, com salas em que sejam ensinados a língua de sinais e o português escrito.

    E já existem várias dessas escolas em todo o Brasil, embora ainda não suficientes para os jovens e crianças com surdez ou deficiência auditiva, que somam quase um milhão no país (cerca de 5% da população brasileira declara ter dificuldades para ouvir, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
    


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